segunda-feira, 12 de abril de 2010


Fast-food pode aumentar risco de mal de Alzheimer

O consumo de alimentos do tipo fast-food pode elevar o risco do desenvolvimento do mal de Alzheimer, sugere um estudo sueco. Ratos de laboratório receberam uma dieta rica em gordura, açúcar e colesterol - representando o valor nutricional de lanches do tipo "fast food" - durante nove meses e desenvolveram alterações no cérebro associadas aos estágios preliminares da doença. "Ao examinar os cérebros destes ratos, nós descobrimos uma mudança química que não é diferente da encontrada no cérebro com Alzheimer", disse Susanne Akterin, do Centro de Pesquisa do Mal de Alzheimer do Instituto Karolinska, em Estocolmo.

Os testes mostraram que os alimentos alteraram a formação de uma proteína chamada Tau, que forma nódulos no cérebro de pacientes com Alzheimer, que impedem o funcionamento normal das células, fazendo com que elas morram.

Akterin e sua equipe notaram ainda que o colesterol em alimentos reduziu os níveis de outra substância no cérebro, Arc, que é uma proteína ligada ao armazenamento de memórias.

"Nós suspeitamos que um alto consumo de gordura e colesterol, em combinação com fatores genéticos (...) podem afetar de maneira adversa várias substâncias no cérebro, que podem ser um fator que contribui para o desenvolvimento de Alzheimer", afirmou Akterin.

A pesquisadora disse que "os resultados dão alguma indicação de como o mal de Alzheimer pode ser prevenido, mas são necessárias mais pesquisas neste campo antes que se possa fazer um aconselhamento apropriado ao público".

Saúde e Família

John Lennon (09.10.40 / 08.12.80)
08/12/2009 às 10:00 por ricardo Categoria: MÚSICA E VÍDEO

John Winston Ono Lennon, MBE (batizado John Winston Lennon; Liverpool, 9 de Outubro de 1940 — Nova Iorque, 8 de Dezembro de 1980), foi um músico, compositor, escritor e ativista em favor da paz britânico. É considerado um dos maiores ícones do século XX.

John Lennon ganhou notoriedade mundial como um dos integrantes do grupo de rock britânico The Beatles. Na época da existência dos Beatles, John Lennon formou com Paul McCartney o que seria uma das mais famosas duplas de compositores de todos os tempos, a dupla Lennon/McCartney. Em 1968, John Lennon apaixonou-se pela artista plástica Yoko Ono e depois disto ela se tornou a pessoa mais importante na vida e carreira do músico inglês. Em 1970, os Beatles chegaram ao fim e a partir de então John dedicou-se a carreira solo.

Afastado da música desde 1975, por se dedicar mais a família desde o nascimento de seu filho com Yoko Ono, Sean Lennon, John voltou aos estúdios em 1980 para gravar um novo álbum. Era como um recomeço. Porém em 8 de dezembro do mesmo ano, John foi assassinado em Nova York por Mark David Chapman quando retornava do estúdio de gravação junto com a mulher.

Dentre as composições de destaque de John Lennon estão “Help!”, “Strawberry Fields Forever” e “All You Need Is Love” enquanto fazia parte dos Beatles e “Imagine”, “instant Karma!”, “Happy Xmas (War Is Over)”, “Woman”, “(Just Like) Starting Over” e “Watching the Wheels” em carreira solo.

Em 2002, John Lennon entrou em oitavo lugar em uma pesquisa feita pela BBC como os 100 mais importantes britânicos de todos os tempos.

MORRE A ESPERANÇA (THE DREAM IS OVER)

Na noite de 8 de dezembro de 1980, quando voltava para o apartamento onde morava em Nova Iorque, no edifício Dakota, em frente ao Central Park, John foi abordado por um rapaz que durante o dia havia lhe pedido um autógrafo em um LP Double Fantasy em frente ao Dakota. O rapaz era Mark David Chapman, um fã dos Beatles e de John, que acabou atirando em John Lennon com revólver calibre 38. A polícia chegou minutos depois e levou John na própria viatura para o hospital. O assassino permaneceu no local com um livro nas mãos, “O Apanhador no Campo de Centeio” de J.D. Salinger. John morreu após perder cerca de 80% de seu sangue, aos quarenta anos de idade. Logo após a notícia da morte de John Lennon, que correu o mundo, uma multidão se juntou em frente ao Dakota, com velas e cantando canções de John e dos Beatles. O corpo de John foi cremado no Cemitério de Ferncliff, em Hartsdale, cidade do estado de Nova Iorque, e suas cinzas foram guardadas por Yoko Ono.

O assassino foi preso, pois permaneceu no local, esperando os policiais chegarem. Ao entrar na viatura, pediu desculpas aos policiais pelo “transtorno que havia causado”. Em seu julgamento alegou ter lido em “O apanhador no Campo de Centeio” uma mensagem que dizia para matar John Lennon. Acabou sendo condenado à prisão perpétua e até hoje é mantido numa cela separada de outros presos, devido às ameaças de morte que recebeu.
Polêmica

No dia 4 de março de 1966, durante uma entrevista de John Lennon para o London Evening Standard, feita pela jornalista Maureen Cleave, trouxe muita polêmica a respeito do Cristianismo. John disse: “O Cristianismo vai desaparecer. Vai diminuir e encolher. (…) Nós, Beatles, somos mais populares do que Jesus neste momento. Não sei qual vai desaparecer primeiro – o rock and roll ou o Cristianismo. Cristo não era mau, mas os seus discípulos eram obtusos e vulgares. É a distorção deles, que estraga o Cristianismo para mim.”

Ao ser publicada nos Estados Unidos, a entrevista causou polêmica. O cinturão bíblico norte americano reagiu queimando os álbuns dos Beatles em praça pública. Várias estações de rádio baniram as músicas dos Beatles.

Em 11 de agosto do mesmo ano, John Lennon deu uma conferência a imprensa em Chicago dizendo: “Se tivesse dito que a televisão era mais popular do que Jesus, ninguém teria ligado.(…) Não sou anti-Deus, anti-Cristo ou anti-religião. (…) Não estou a dizer que sejamos melhores ou maiores, ou a comparar-nos a Jesus Cristo como pessoa ou Deus ou seja o que for. Disse o que disse e estava errado – ou fui interpretado erradamente.”

Ativismo político

A gravação da música “Give Peace a Chance” em 1969 contra a Guerra do Vietnã marca a transformação de Lennon em um ativista anti-guerra. Foi o começo de um processo que culminou em 1972, quando a administração do presidente norte-americano Richard Nixon tentou deportá-lo dos Estados Unidos.

Quando John Lennon e Yoko Ono mudaram-se para Nova Iorque em agosto de 1971, eles se tornaram amigos de líderes anti-guerras como Jerry Rubin, Abbie Hoffman, e outros, e planejaram um concerto nacional para que coincidisse com a eleição presidencial de 1972. John Lennon tentaria convencer aos jovens a votar contra a guerra, ou seja, a votar contra Nixon.

O governo Nixon começou a investigar John Lennon com a finalidade de deportá-lo. O concerto nunca aconteceu, mas John passou, na época, boa parte de seu tempo tentando livrar-se da deportação.

Em 1971, John Lennon cantou no concerto Free John Sinclair em Ann Arbor. Sinclair era um ativista anti-guerra preso por dez anos por portar dois cigarros de maconha. John Lennon e Yoko Ono apareceram no concerto assim como Stevie Wonder e outros músicos, mais os ativistas radicais Jerry Rubin e Bobby Seale dos Panteras Negras.

Em 1972, John deu entrevista ao Mike Douglas Show, falando contra a Guerra do Vietnã. Nixon deixou a Casa Branca após o escândalo de Watergate. Em 1975, John Lennon conseguiu finamente seu green card. Após sua morte em 1980, o FBI admitiu tê-lo investigado.

Nota: O que as pessoas dizem hoje sobre quem é Jesus? Um visionário, uma pessoa popular, etc. Cada um tem seu conceito próprio sobre Jesus. Mas existe uma verdade absoluta sobre Jesus que está escrita na Bíblia Sagrada, justamente o único documento histórico que narra a sua vida. Para acreditar em Jesus, tem que se acreditar na sua Palavra.

Tendo Jesus chegado às regiões de Cesaréia de Felipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? Responderam eles: Uns dizem que é João, o Batista; outros, Elias; outros, Jeremias, ou algum dos profetas. Mas vós, perguntou-lhes Jesus, quem dizeis que eu sou? Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Disse-lhe Jesus: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas meu Pai, que está nos céus. Mt (16:13-17).

O Vinho na Bíblia

"A vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito." Provérbios 4:18.

Exemplos da Tolerância de Deus

É um conceito bíblico, expresso de forma clássica no texto acima, que a luz é progressiva, a santificação é obra de uma vida e o conhecimento aumenta a cada dia para o povo de Deus.

Muitas verdades, que no passado eram conhecidas apenas parcialmente ou até virtualmente desconhecidas, foram crescendo e se tornando mais compreendidas pelos servos de Deus.

Veja-se por exemplo que, da mesma forma que Deus tolerou o uso de bebidas fermentadas, suportou também a escravatura como um mal contingente, passageiro, mas é evidente na Escritura que o escravismo não era e nem é parte do plano ideal de Deus, que quer que todos os homens sejam irmãos e não busquem ser servidos mas servir. Embora tolerando, Deus deu leis para regulamentar a prática até que o ideal fosse atingido. (Êx. 21:16, 20; Ef. 6:9; Col. 4:1)
Outros exemplos de práticas que Deus tolerou são o divórcio e a poligamia, que, conforme é declarado na Bíblia, não faziam parte do plano ideal divino. Por isso, Ele deu leis que regulamentavam e restringiam essas práticas tão em voga e até legalizadas nos dias bíblicos entre as nações pagãs. O Seu povo teria que aprender, depois de quatro séculos de escravidão e em estado semi-bárbaro, os rudimentos do “evangelho” até atingirem o ideal de Deus. (Ex. 20:7-11; Deut. 21:10-17; Mal. 2:12-16)

O próprio Jesus refere-se ao divórcio como tolerado em razão da “dureza dos corações” dos israelitas, mas, disse o Salvador, no princípio não foi assim. Mat. 19:4-8.

Males das Bebidas Fermentadas

Deus também tolerou as bebidas fermentadas. É evidente pelas experiências com viciados que, segundo especialistas na área de recuperação de alcoólatras, a maneira mais segura de evitar o vício é “não tomar o primeiro gole”.

Deus jamais sancionaria um hábito que, mesmo em seu moderado uso social é responsável pelas mais dramáticas e terríveis estatísticas no que se refere à degeneração da mente, corpo e espírito dos homens.

Professos seguidores da palavra de Deus jamais admitiriam envolver-se com a guerra, pelos seus horrores e mortandade, e no entanto, apóiam o “uso moderado” de bebidas alcoólicas sem considerar que as mortes por imprudência nas estradas e no trabalho, montam um número anual maior do que o de muitas guerras. Sem falar em deficientes mentais filhos de ex-bebedores sociais e agora alcoólatras, lares esfacelados, invalidez, desemprego, aos centenas e milhares além de outros males. E tudo isso causado na maioria dos casos por pessoas que bebiam socialmente, somente nos “fins de semana” e possivelmente consideravam-se “moderadas”.

Considerado doença pela OMS (Organização Mundial de Saúde), o alcoolismo ainda está em expansão porque muitos, até mesmo religiosos, sancionam doutrinariamente o seu uso. Brincar com um copo desse vírus é perigoso. É brincar com veneno!
Portanto, devemos ter em mente que o uso de qualquer marca ou quantidade de bebida alcoólica é um perigo de crime contra si próprio e contra o seu próximo, e ainda ficar aquém do ideal da Escritura neste particular como veremos.

A Bebida Alcoólica no Antigo Testamento

Outro ponto importante que esclarece a questão do uso de vinho alcoólico e outras bebidas fermentadas naturalmente, bem como a tolerância de Deus quanto a essa prática, diz respeito aos hábitos e recursos alimentares dos tempos bíblicos. É claro que não dispondo das modernas técnicas de engarrafamento de sucos, sem geladeiras, sem conservantes como temos hoje e sem embalagens apropriadas, toda uma produção de sucos e sumos estavam sujeitas ao processo natural de fermentação.

Os odres (recipientes de couro costurado), vasos de barro, madeira ou metal não impediam a ação das bactérias, tendo os antigos que conviver com as condições que dispunham nesta parte. Bebiam, pois, vinho sem fermentar quando ainda novo, recém espremido das uvas, chamado no Antigo Testamento de TIROSH ou vinho novo, esta palavra aparece 38 vezes no AT. A bebida consumida tempos depois e já fermentada naturalmente, ou que foi fabricada em processo de fermentação era denominada normalmente de SHEKAR (usada 23 vezes no AT). Para bebidas em geral, fermentadas ou não, era usado o termo YAIM indistintamente, e que aparece 140 vezes no AT.

Portanto, a própria necessidade alimentar de uma bebida nutritiva e a carência de técnicas e recursos de conservação modernos, obrigava-os a terem na fermentação natural da bebida uma necessidade e mal necessário, uma vez que o grau alcoólico nestas bebidas, trazia embutido o problema do vício do alcoolismo, embriaguês e suas conseqüências morais, físicas e espirituais. Por isso o ideal era não usá-las a exemplo dos recabitas, povo abstêmio que vivia entre os israelitas, e cuja virtude e lealdade foi ressaltada pelo próprio Deus. Jer. 35:2-5.

Por outro lado, a fermentação era um bem, pois tinha para as bebidas a função de provavelmente o único e universal processo de conservação para os sucos sem a deterioração total como é o caso de muitos xaropes vendidos hoje em dia. Era, pois, um mal necessário, mas um mal. Justifica-se, desse modo, o ideal de Deus na declaração do sábio em Provérbios 23:31 a 35: “ Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente...” Não se deve nem mesmo desejá-lo, olhando-o – NÃO OLHES! Porque “no seu fim morderá como a cobra e como o basilisco picará.” E, continua o sábio: “Olharás mulheres estranhas” e, “teu coração falará perversidades”.
“Dirás: espancaram-me, bateram-me mas quando acordar beberei outra vez.”

Que desfecho terrível para um simples olhar e certamente o primeiro gole! São esses os passos para o vício: olhar, experimentar e a despeito das conseqüências, beber outra vez!

Não estamos sujeitos aos hábitos mantidos pela “dureza de corações” e atraso em que viviam os homens do passado. Não estamos obrigados a sofrer a limitação dos recursos de técnicas de conservação como eles; não precisamos nem devemos correr o perigo de consumir tais bebidas, mesmo porque, atualmente, em sua grande maioria, passam por processos industriais de fermentação e destilaria, o que aumenta artificialmente, e em muito, o teor alcoólico da bebida.

Concluímos até aqui que, se as bebidas naturalmente fermentadas eram, na antiguidade, a única forma de se estocar sucos, sendo uma necessidade daqueles tempos, apesar de suas conseqüências prejudiciais à saúde, constitui-se, para nós hoje, um uso desnecessário, contrário ã luz que temos, temerário e perigoso, mais ainda considerando-se a destilação que aumenta o seu grau alcoólico.

Certamente tal costume não concorda com o testemunho cristão e contraria o princípio bíblico, submetido ao qual todos os usos e práticas da igreja devem estar em harmonia sob pena de contradição: I Cor. 3:16, 17. Somos o templo de Deus e nada que o contamine, prejudique ou o ponha em risco deve ser usado.

Referências Bíblicas Contrárias às Bebidas Fermentadas

Veremos, agora, mais alguns textos que corroboram a recomendação de não usar bebidas fermentadas:

1. O vinho e a bebida forte fazem errar e desencaminhar até o sacerdote e o profeta. Isa. 28:7, 8.

2. Há uma maldição para os que seguem a bebedice. Isa 5:11, e outra maldição para os que dão bebida ao seu próximo. Hab. 2:15.

3. As bebidas alcoólicas são escarnecedoras e alvoroçadoras. Prov. 20:1.

4. O ideal é nem olhar para o vinho, pois é traiçoeiro, quanto mais usá-lo! Prov. 23:31, 32.

5. O beberrão cai em pobreza. Prov. 23:20, 21.

6. Não vos embriagueis com vinho, mas enchei-vos do Espírito. Ef. 5:18. A bebida alcoólica é incompatível com o Espírito Santo, conforme deixa claro a conjunção adversativa “mas”.

7. O bispo não deve ser dado ao vinho . I Tim 3:3; Tito 1:7. Mas o bom mesmo é não beber vinho devido ao escândalo que pode provocar em outros. Rom 14:21. A bebida está relacionada com as obras da carne. Gál. 5:21.

8. Normalmente, os que hoje são bêbados não começaram com a intenção de sê-lo. Cuidado! Os bêbados não entrarão no reino de Deus. I Cor. 6:10.

9. A bebida era incompatível com o serviço a Deus pois os encarregados de atividades no Santuário não podiam beber. Lev. 10:9.

10. Mesmo no conceito liberal da mãe do rei Lemuel (Prov 31:6) os que ministravam a justiça e os nobres não deviam beber. Prov. 31:4, 5.

11. Em Provérbios 31:6 acha-se a opinião da mãe do rei Lemuel e não uma posição divina sobre o assunto. Os amigos de Jó, embora piedosos, também deram opiniões religiosas equivocadas pelo que foram posteriormente repreendidos por Deus (Jó 42:7-9)

12. Miquéias adverte que um povo mau teria profetas falsos e mentirosos que defenderiam o vinho e a bebida forte. Miq. 2:11.

13. O vinho e o mosto tiram a inteligência. Osé. 4:11.

14. Pessoas dadas ao vinho são desleais, soberbas e não se contém. Hab. 2:5.

15. Aqueles que desejam fazer a vontade de Deus devem abster-se do uso, mesmo moderado, de bebidas alcoólicas, considerando as seguintes razões: a luz que temos, o ideal de Deus e os males e perigos desse hábito. A total abstinência é a posição a ser assumida por aqueles que estão preparando o caminho para a volta do Senhor como fez João Batista. (Luc. 1:15)

16. Entende-se, pois, que Jesus, nas bodas de Caná, transformou a água em vinho novo, sem fermentar (TIROSH no AT), o puro suco de uva, o vinho de melhor qualidade..

17. Em função dos argumentos acima apresentados a passagem de Deut. 14:26 é mais uma cena do hábito tolerado por Deus apesar das conseqüências e por causa das contingências.

18. Em I Tim 3:8 é recomendada a moderação em reconhecimento ao perigo que a bebida oferecia, em vista da resistência que a proibição sumária poderia provocar. Esta opinião do apóstolo foi moldada para restringir um hábito, conforme o texto deixa claro e não para sancioná-lo.

19. Em I Tim 5:23 o vinho é recomendado para uso medicinal, conforme crença do apóstolo, usado pouco com água e não puro como bebida de prazer. Este texto não serve para defender o uso ou o vício da bebida.

Conclusão

Buscar, neste caso, exemplos bíblico para justificar o consumo da bebida equivale a apoiar também o divórcio fácil, poligamia e escravidão que foram, igualmente, alvo da tolerância de Deus. Coloca-se também a Bíblia, injustamente, como co-responsável pelas tragédias decorrentes da indulgência com as bebidas fermentadas. Os costumes e práticas dos antigos, alvo da tolerância de Deus, não refletem necessariamente a vontade divina.

O verdadeiro cristão jamais defenderá tal hábito.

Pr. Demóstenes Neves da Silva
Igreja de Brotas, abril, 1988.

Fonte: http://www.jesusvoltara.com.br/atuais/vinho_biblico.htm

Lição da Escola Sabatina - Seg 12/04/2010


Quando os músculos se atrofiam


Paulo diz que a fé é dom de Deus (Ef 2:8). Mas Hebreus diz que a fé precisa de algo mais. Como assim? Hb 11:6


Aqueles que já tiveram um osso quebrado ou um sério deslocamento da articulação passaram pela imobilização, necessária para que acontecesse a cura. Ataduras de sustentação, bandagens e até pinos cirúrgicos são usados para ajudar a estabilizar uma articulação danificada ou um membro fraturado. Como resultado da imobilização, os músculos relacionados com aquela área específica não são usados. Com essa falta de uso, ocorre um processo de atrofia ou enfraquecimento. Os músculos se tornam magros e fracos. Quando termina a cura do osso ou articulação, o movimento começa a retornar e, com o uso e exercício contínuos, a força dos músculos é recuperada.


“A atividade é uma lei de nosso ser. Todo órgão do corpo tem sua obra designada, de cujo desempenho depende seu desenvolvimento e vigor. A função normal de todos os órgãos dá resistência e vigor, ao passo que a falta de uso leva à decadência e à morte. Se você mantiver um braço suspenso, mesmo por poucas semanas, e depois o soltar de suas ligaduras, verá que se acha mais fraco do que o que manteve uso moderado durante o mesmo período. A inatividade produz o mesmo efeito sobre todo o sistema muscular” .


O mesmo se dá com a fé. Se a fé não for exercitada, não crescerá. Os movimentos e ações vitais dos membros e corpo da fé não podem acontecer. Embora a fé seja um dom, se não for exercitada, se não tomarmos decisões baseadas nela, se não estendermos a mão e reclamarmos as promessas de Deus, se não estivermos dispostos a correr riscos com base na fé, se não exercitarmos fé a ponto de ser levados aos joelhos em submissão e humildade – corremos o perigo de perdê-la.


Essa é uma tragédia, porque a fé é um dos mais preciosos dons de Deus. Só os que sabem o que é viver neste mundo sem fé, sem o conhecimento de Deus, sem a esperança de Suas promessas, podem lhe dizer como é maravilhoso e precioso esse dom.

A Fé

A fé, no sentido em que estou usando a palavra, é a arte de se aferrar, apesar das mudanças de humor, àquilo que a razão já aceitou. Pois o humor sempre há de mudar, qualquer que seja o ponto de vista da razão. Agora que sou cristão, há dias em que tudo na religião parece muito improvável. Quando eu era ateu, porém, passava por fases em que o cristianismo parecia probabilíssimo. A rebelião dos humores contra o nosso eu verdadeiro virá de um jeito ou de outro. E por isso que a fé é uma virtude tão necessária: se não colocar os humores em seu devido lugar, você não poderá jamais ser um cristão firme ou mesmo um ateu firme; será apenas uma criatura hesitante, cujas crenças dependem, na verdade, da qualidade do clima ou da sua digestão naquele dia. Consequentemente, temos de formar o hábito da fé. ...

CS Lewis, Cristianismo puro e simples

Lição da Escola Sabatina - Seg 12/04/2010

Quando os músculos se atrofiam

3. Paulo diz que a fé é dom de Deus (Ef 2:8). Mas Hebreus diz que a fé precisa de algo mais. Como assim? Hb 11:6

Aqueles que já tiveram um osso quebrado ou um sério deslocamento da articulação passaram pela imobilização, necessária para que acontecesse a cura. Ataduras de sustentação, bandagens e até pinos cirúrgicos são usados para ajudar a estabilizar uma articulação danificada ou um membro fraturado. Como resultado da imobilização, os músculos relacionados com aquela área específica não são usados. Com essa falta de uso, ocorre um processo de atrofia ou enfraquecimento. Os músculos se tornam magros e fracos. Quando termina a cura do osso ou articulação, o movimento começa a retornar e, com o uso e exercício contínuos, a força dos músculos é recuperada.

“A atividade é uma lei de nosso ser. Todo órgão do corpo tem sua obra designada, de cujo desempenho depende seu desenvolvimento e vigor. A função normal de todos os órgãos dá resistência e vigor, ao passo que a falta de uso leva à decadência e à morte. Se você mantiver um braço suspenso, mesmo por poucas semanas, e depois o soltar de suas ligaduras, verá que se acha mais fraco do que o que manteve uso moderado durante o mesmo período. A inatividade produz o mesmo efeito sobre todo o sistema muscular” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 237, 238).

O mesmo se dá com a fé. Se a fé não for exercitada, não crescerá. Os movimentos e ações vitais dos membros e corpo da fé não podem acontecer. Embora a fé seja um dom, se não for exercitada, se não tomarmos decisões baseadas nela, se não estendermos a mão e reclamarmos as promessas de Deus, se não estivermos dispostos a correr riscos com base na fé, se não exercitarmos fé a ponto de ser levados aos joelhos em submissão e humildade – corremos o perigo de perdê-la.

Essa é uma tragédia, porque a fé é um dos mais preciosos dons de Deus. Só os que sabem o que é viver neste mundo sem fé, sem o conhecimento de Deus, sem a esperança de Suas promessas, podem lhe dizer como é maravilhoso e precioso esse dom.

Com que frequência você está exercitando o dom da fé? Você pode dizer que crê e que tem fé, mas até que ponto suas ações mostram isso? Como você pode exercitar diariamente sua fé em coisas pequenas de forma que, quando chegarem as grandes coisas, você esteja em condições de revelar a fé que professa?

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A Divindidade de Maradona

Publicada em 10/9/2009 às 10:54
Argentinos e paraguaios não perdoam Maradona
Argentina duvida de "divindade" do ídolo enquanto paraguaios se divertem

Maradona é o principal alvo da fúria dos torcedores argentinos (Crédito: REUTERS)
LANCEPRESS!
A imprensa argentina não economizou críticas ao trabalho do ídolo Maradona no comando da seleção, após mais uma derota nas Eliminatórias para Copa de 2010, desta vez para o Paraguai por 1 a 0 em Assunção.
O jornal "Olé" duvida da divindade do mito argentino. "Nem Deus nos salva?" questionou o diário. Maradona é conhecido pelo termo "D10s", ou Deus, com o número 10 agregado à palavra Dios, que representa o sentimento do povo ao principal jogador da História do país.
O jornal acredita que a Argentina tenha chances de disputar a repescagem. No entanto, com o futebol apresentado nas últimas partidas, os jornalistas duvidam, inclusive, da classificação para a Copa.
O Paraguai aderiu às provocações feitas pelos brasileiros, após garantir a classificação ao Mundial. O jornal "Ultima Hora" manda um recado para Maradona:
- Maradona, estamos no Mundial. E você?
A mesma publicação se refere à seleção argentina como um time sem alma, que não existiu durante o confronto contra os paraguaios.
O atacante Valdez, autor do gol que garantiu o Paraguai na Copa, quis dar uma aula de futebol ao treinador argentino.
- A Argentina deve funcionar como conjunto. Maradona como jogador foi espetacular. Como treinador ainda não mostrou nada - criticou.
O site da revista El Gráfico diz que a Argentina não é um time e que não sabe a que joga, brincando que nem um mago saberia as respostas que os argentinos procuram para explicar os desempenhos ruins da seleção.
A crônica do site da rede de tv TYC Sports usa um ponto de interrogação ao chamar a seleção Argentina de equipe.


Fonte: http://msn.lancenet.com.br/futebol-internacional/noticias/09-09-10/614943.stm?futebol-internacional-argentinos-e-paraguaios-nao-perdoam-maradona