domingo, 30 de agosto de 2009

Crianças devem passar muito tempo em frente à TV?

Regina de Assis, Mestra e Doutora em Educação e Consultora em Educação e Mídia

Rio - Crianças devem passar muito tempo em frente à TV? Veja as observações abaixo e consulte o livro ‘Infância e Consumo, estudos no campo da comunicação’, que pode ser baixado da internet pelo site www.andi.org.br

PERGUNTA E RESPOSTA

Qual o tempo de televisão que crianças de até dez anos devem assistir. Existe estudo sobre isso ou cabe aos pais decidir? Paulo G. Neves, Cascadura

Sua pergunta é objeto constante de preocupação de pesquisadores e estudiosos, assim como de pais responsáveis. O que se conhece, como resultado de pesquisas e análises, é que bebês e crianças até 3 anos não devem ver TV intencionalmente, pois seu sistema nervoso e seu desenvolvimento neuro/motor pode ser prejudicado por longa exposição à telinha. Entre os 3 e os 10 anos cabe aos pais e responsáveis fazer escolhas com seus filhos e definir uma estratégia de uso da TV , que não ultrapasse uma hora diária. Há pesquisas brasileiras que mostram que crianças até 10 anos veem 5 horas diárias de TV desassistidas por adultos, o que pode trazer prejuízos para sua capacidade de atenção e concentração. Atualmente, devido à Portaria da Secretaria Nacional de Justiça, existe o sistema de Classificação Indicativa, que traz informação aos pais e responsáveis sobre a adequação daquele programa para as diferentes idades, o que ajuda na tomada de decisões sobre o que deve ou não ser visto. Mas as crianças, até os 10 anos precisam muito de brincar e se movimentar ao ar livre para se desenvolver bem.

Fonte: O Dia

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

5 batismos na IASD Recreio



No último Sábado dia 08/08/2009 houve festa no céu, cinco vidas declararam publicamente que aceitam a Jesus como seu Senhor e Salvador pessoal.

Amém por isso !

terça-feira, 21 de julho de 2009

Astrólogos alertam para perigos do eclipse total do Sol

Seg, 20 Jul, 11h46

Atualizada em 21/07
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MUMBAI, Índia (AFP) - O mais longo eclipse solar total do século XXI é um momento muito perigoso no Universo, advertem astrólogos, que predizem guerras, atentados, rebeliões e catástrofes naturais.

Fotos de eclipse no Flickr

"Se o Sol, o senhor das estrelas, adoece, então algo de grave ocorrerá no mundo", advertiu Raj Kumar Sharma, astrólogo de Mumbai que se gaba de ter lido nos astros, em 2008, a crise financeira mundial e a vitória presidencial de Barack Obama.

Na próxima quarta-feira, um 'eclipse monstro', segundo os astrofísicos, deixará no escuro durante alguns minutos os territórios de China e Índia, os dois países mais povoados do planeta.

Nestes dois gigantes da Ásia, contos e mitologias se referem ao fenômeno astronômico como um anúncio de boa sorte, mas também fonte de maus presságios.

Sharma, por exemplo, prevê "atentados perpetrados no território indiano pelo grupo (separatista da Caxemira) Jaish-e-Mohammad ou pela Al Qaeda", além de uma terrível catástrofe natural no sudeste asiático.

O astrólogo também acredita que um dirigente político indiano poderá ser assassinado, e que o exército americano estaria ameaçado no Afeganistão, no Oriente Médio e na Europa.

Sem esquecer do Irã e do Ocidente, entre os quais as tensões devem continuar aumentando até uma intervenção militar americana a partir de 9 de setembro. Nesta data, "Saturno passa da constelação de Leão para a de Virgem", e "nestes últimos 200 anos, com cada entrada de Saturno em Virgem, houve guerras", afirma Sharma.

A astrologia dos vedas serve para quase tudo na Índia: desde escolher o nome de um recém-nascido até decidir a compra de uma casa ou montar um negócio.

No evento de um eclipse, alguns hindus (80% dos 1,17 bilhão de indianos) acreditam que os demônios Rahu e Ketu "tragam" o Sol, fazendo com que seja impossível comer os alimentos e que a água se torne impotável.

Mulheres indianas prestes a dar à luz, que haviam programado uma cesárea para o dia 22 de julho, decidiram adiar o parto, informa Shivani Sachdev Gour, ginecologista do hospital Fortis de Nova Déhli.

"É uma crença profundamente arraigada na sociedade indiana. Os casais fazem de tudo para que seu bebê não nasça neste dia", explicou o médico.

Na China imperial, os eclipses eram sinal de catástrofes naturais ou da morte do imperador. Mas estas crenças e superstições não desapareceram.

"A probabilidade de que haja violência ou uma guerra durante um eclipse total é de 95%", indica um artigo do portal chinês Baidu.com.

Siva Prasad Tata, que dirige o site especializado Astro Jyoti, é mais otimista: "não há muitas razões para se alarmar demais em relação ao eclipse. É um fenômeno natural", disse.

Fonte: Yahoo

quarta-feira, 15 de julho de 2009

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Edir Macêdo: aborto, homossexualismo e a cosmovisão da IURD

Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Edir Macêdo: aborto, homossexualismo e a cosmovisão da IURD

Agora está claro! Aquilo que era apenas uma inferência e suspeita ficou confirmado com o lançamento da biografia do Edir Macedo (um recorde no mercado editorial brasileiro: 700 mil cópias, na primeira edição) e com a entrevista que ele deu à Folha de São Paulo, em 13 de outubro de 2007. Na entrevista Macedo confirma sua defesa do aborto e apresenta sua visão sobre a questão da homossexualidade. Este exemplar da Folha dedica três páginas do primeiro caderno (A11 a A13) às notícias sobre a igreja de Edir Macedo, e de como ela está envolvida em uma campanha para mudar a sua imagem. Podemos deduzir, também pela entrevista, alguns pontos chaves que compõem a cosmovisão e teologia da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), contidas nessas palavras de seu pontífice máximo.

Cito três perguntas e respostas extraídas da entrevista:

FOLHA:
Em sua biografia, o Sr. defende o aborto. Atualmente, a Record e a Record News exibem campanha pelo aborto, por que?

Macedo:
Sou favorável à descriminalização do aborto por muitas razões. Porém aí vão algumas das mais importantes:

1.
Muitas mulheres têm perdido a vida em fundo de quintal. Se o aborto fosse legalizado, elas não correriam risco de morte.

2.
O que é menos doloroso? Aborto ou ter crianças vivendo como camundongos nos lixões de nossas cidades, sem infância, sem saúde, sem escola, sem alimentação e sem qualquer perspectiva de um futuro melhor? E o que dizer das comissionadas pelos traficantes de drogas?

3.
A quem interessa uma multidão de crianças sem pais, sem amor e sem ninguém?

4.
O que, os que são contra o aborto, têm feito pelas crianças abandonadas?


5.
Por que a resistência ao planejamento familiar?Acredito, sim, que o aborto diminuiria em muito a violência no Brasil, haja vista não haver uma política séria voltada para a criançada.

FOLHA:
“Deus deu a vida e só Ele pode tirá-la”, segundo a Bíblia (sic). Não é contraditório um líder cristão defender o aborto?

Macedo:
A criança não vem pela vontade de Deus. A criança gerada de um estupro seria de Deus? Não do meu Deus! Ela simplesmente é gerada pela relação sexual e nada mais além disso. Deus deu a vida ao primeiro homem e à primeira mulher. Os demais foram gerados por estes. O que a Bíblia ensina é que se alguém gerar cem filhos e viver muitos anos, até avançada idade, e se sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é mais feliz (Eclesiastes 6.3). Não acredito que algo informe, seja uma vida.

FOLHA:
Qual seria sua reação se descobrisse que tem um filho homossexual?

Macedo:
Decepcionado. Mas não o rejeitaria de forma alguma. Tentaria ajudá-lo da melhor forma possível. Porque, se Deus respeita a livre opção de vida da criatura humana, por que não o faria eu?
Este post não tem o objetivo de ser uma exposição completa da posição cristã sobre (e contra) o aborto, mas comento, com base nas declarações de Macedo, esses três temas – aborto, homossexualismo e a cosmovisão da IURD:

1. Aborto:
Não há base bíblica para as convicções éticas. Elas são formadas a partir de slogans e bandeiras sociológicas do liberalismo. Macedo cita a Bíblia apenas uma vez, fora de contexto, para provar um ponto que o texto não procura substanciar. A lógica de Macedo é falsa e traça conexões e ilações que não se sustentam:

a.
Macedo afirma que mulheres morrem ao tentar o aborto (essa premissa, é constantemente repetida, mesmo sem comprovação), portanto é legítimo assassinar crianças com tecnologia (conclusão moralmente errada), para que as mães não morram.

b.
Ele apresenta as crianças abandonadas como sendo fruto da ausência de aborto, em vez de uma conseqüência da irresponsabilidade dos pais (a sociedade que quer se preservar agirá nesse último ponto, educando todos os cidadãos a serem bons pais; criando oportunidades de sustento e emprego; etc.).

c.
Macedo infere que o repúdio ao abandono das crianças, leva necessariamente à aceitação do aborto (conclusão falsa, de que o aborto é a única opção a este mal social, e de que ele é moralmente neutro, e não condenável).

d.
Ele acusa que quem é contra o aborto não faz nada pelas crianças abandonadas (afirmação totalmente falsa: historicamente, os grandes orfanatos; os projetos de adoção; a assistência às mães jovens e solteiras foram implantados por segmentos da sociedade que são contra o aborto e não pelos que são a favor). Para Macedo, eliminar as crianças abandonadas, matando-as antes que nasçam seria a solução. Entretanto, essa é a forma mais cruel e imoral de resolver essa situação de abandono.

e.
Macedo diz que aborto é igual a planejamento familiar (essa é uma forma asséptica e indolor, de se referir ao aborto, favorita dos seus proponentes, porque anestesia a consciência e torna a questão acadêmica e palatável, em vez de ética. Os dois termos não são equivalentes).

2. Homossexualismo:
Edir Macedo, procurando dar a resposta que agrada à mídia, demonstra, na realidade, a própria rejeição que é enraizada em preconceito, porque não tem nem oferece base metafísica maior (bíblica) para sua posição. Quer ser politicamente correto e diz que aceita o homossexualismo, no entanto, ficaria “decepcionado”, se fosse um filho seu; e procuraria “ajudá-lo” (ajudar em que sentido? A ser aceito pelos demais? A se recuperar? Por que, se ele seria “aceitável”?). O cristão que firma suas convicções a partir das Escrituras, da Palavra de Deus, rejeita a prática porque a identifica como pecado, como disfunção de comportamento – e é claro nisso. Não a chama de “livre opção de vida” aceita por Deus, como faz Macedo; mas reconhece como uma “opção de vida” condenada por Deus – como várias outras o são.

3. Cosmovisão da IURD:

a. Visão deista/semi-intervencionista –
Ao dizer que as crianças “não vêm pela vontade de Deus” e que “a criança gerada de um estupro” estaria fora do controle de Deus (“Não do meu Deus”, diz ele); e ao segregar a ação de Deus na doação da vida apenas “ao primeiro homem e à primeira mulher” sendo as demais crianças meramente “geradas por estes”; Macedo está na realidade adotando uma cosmovisão deista, ou seja: Deus iniciou a criação e deixou as situações e fenômenos naturais se desenrolando. Isso coloca Deus distante e não envolvido (supostamente resolvendo o dilema da responsabilidade) com as questões humanas. Mas como explicar a ênfase nos milagres e nas intervenções divinas, da IURD? É que esse “deismo seletivo”, não construído a partir dos dados da Bíblia, é limitado às situações convenientes. Ocasionalmente, Deus intervém, aqui e ali, consertando as coisas que o homem faz de errado, curando, restaurando relacionamentos. Para motivar Deus a fazer isso, é necessário, entretanto, intenso clamor e bastante fé, senão as coisas continuam como estão.

b. Dualismo espiritual:
Macedo diz, na mesma entrevista: “não tenho ódio de ninguém, senão do Diabo e de seus espíritos”. Entretanto, o reconhecimento de um Reino das Trevas, pela IURD, não se prende ao que as Escrituras revelam sobre o assunto. Há a absorção da visão popular de duas esferas que se degladiam, uma vez vencendo uma, outra vez a outra. Para se contrapor às hostes do mal, a IURD utiliza-se do procedimento de exorcismo e de outras atividades que emulam as encontradas exatamente pelos que são classificados como dominados pelos demônios.

c. Práticas religiosas místicas:
Na IURD, outros meios de conhecimento religioso são tão importantes quanto as Escrituras, daí as práticas estranhas à Palavra de Deus se misturarem com tanta intensidade na forma cúltica dos seus templos (peças de roupa, lugares santos, essencialidade da cura física, prosperidade como sinal inequívoco de aceitação divina, etc.). O resultado não é a religião verdadeira, mas um misticismo pagão com roupagem cristã.

d. Pragmatismo:
Como demonstrado nas palavras do Macedo, na entrevista, as convicções éticas, na IURD, são essencialmente pragmáticas. Avança-se aquilo que é considerado a tarefa messiânica do segmento com quaisquer parâmetros, afirmações, conexões ou práticas, desde que funcionem. Princípios não regem a prática, mas os objetivos, sim. Não há âncora metafísica maior (revelação) para estabelecimento da verdade. Daí a conformação com o que é politicamente correto, com o que agrada às massas.

Estamos testemunhando, portanto, não uma convergência da IURD com o evangelicalismo, mas um afastamento gradativo ainda maior, exatamente porque o que está ditando a agenda daquela Igreja, não é o estudo e exposição da Bíblia (que seria o possível ponto de convergência), mas a sede e busca do poder; o envolvimento fisiológico (e não transformador) com a política e políticos; e uma ação de relações públicas, que a leva a abraçar, sem qualquer pejo, posições claramente contraditadas pela Palavra de Deus.

AUTOR: Solano Portela

FONTE: O Tempora

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Filho é preso acusado de tramar a morte do pai

Investigação indica que crime ocorreu porque aposentado descobriu desvio de R$ 60 mil de sua conta. À polícia, assassino diz que ordem era para também matar mulher da vítima

POR MARCELO BASTOS, RIO DE JANEIRO

Rio - A investigação sobre a morte do aposentado Paulo Idalgo, 59 anos, teve um desfecho surpreendente. Filho da vítima, Alessandro Paes Idalgo, 33, o Pardal, foi preso ontem acusado de ser o mandante do crime, há duas semanas, em Irajá. Ele teria encomendado ainda a morte da mãe e pegaria aos assassinos R$ 60 mil.

Foto: Carlo Wrede / Agência O DIA
Alessandro negou ter planejado a morte do pai: ele acusou agiota

Apontado como um dos executores, Diogo Silva dos Santos, 21, foi capturado terça-feira em Irajá e revelou a participação de Alessandro à polícia.

“Investigamos a informação de que Alessandro teria desviado R$ 60 mil do pai, fruto da venda de um imóvel, e tinha medo de ser denunciado. Esse dinheiro seria usado para pagar dívidas. Segundo o relato do Diogo, a mulher da vítima só não foi morta porque eles tiveram pena, já que a filha — que é excepcional — se agarrou a ela. Por esse motivo, a valor não teria sido pago aos executores”, disse o delegado João Dias, titular da 27ª DP (Vicente de Carvalho).

Os agentes investigam a informação de que Alessandro telefonou para o irmão caçula e pediu para que ele fosse comprar algo no mercado. O objetivo era facilitar a entrada dos bandidos no imóvel. Na saída do adolescente, a dupla de pistoleiros o abordou e entrou no casa. Além de Diogo, que foi preso por agentes da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), homem identificado como Beto teria participado do crime e teria sido o autor do disparo que matou Paulo.

Segundo a polícia, Alessandro teria entrado em contato com Diogo e Beto através de um amigo, identificado como Tiago. Investigadores tentam agora chegar a essas pessoas.

Em depoimento, Alessandro negou as acusações. Ele disse que havia contraído uma dívida de R$ 30 mil com agiotas e que não teria conseguido saldá-la. Depois de ameaças, os criminosos teriam se vingado matando seu pai.

Polícia vai procurar arma em canal

A Justiça decretou a prisão temporária por 30 dias de Diogo e Alessandro, capturado na casa da namorada, em Jacarepaguá. Ambos foram indiciados por latrocínio (roubo seguido de morte), já que objetos foram roubados da casa.

O advogado Aloísio Gouveia, que defende o filho do aposentado, garantiu que seu cliente é inocente. “Vou recorrer da decisão”, disse. Segundo ele, Diogo acusou Alessandro para tentar proteger o verdadeiro mandante, que seria um agiota.

Aos investigadores da 27ª DP, Diogo afirmou que a arma usada no crime foi jogada em um valão próximo do endereço da família. Os policiais vão dragar o fundo do canal hoje para tentar localizar o armamento.

Fonte: O Dia

Nota: Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão. Mateus 10:21